Influência de um programa de treinamento em circuito sobre a
condição física saudável e a qualidade de vida de mulheres sedentárias
com mais de 70 anos
condição física saudável e a qualidade de vida de mulheres sedentárias
com mais de 70 anos
Resumo
Os objetivos do presente estudo foram (i) conhecer a infl uência de um programa de treinamento em circuito sobre a condição física saudável e a qualidade de vida e (ii) conhecer a relação existente entre a condição física saudável e a qualidade de vida. Metodologia. Participaram um total de 23 mulheres (72,6±5,4 anos) que fi zeram parte de um programa de treinamento em circuito durante 16 semanas com uma freqüência semanal de 2 sessões de 60 minutos de duração. Foram avaliadas, antese depois do programa, a condição física saudável através de uma versão ampliada da bateria AFISAL-INEFC e a qualidade de vida mediante o questionário SF-36. Resultados. Foram encontradas melhoras signifi cativas na força do membro inferior e na flexibilidade do membro superior. A qualidade de vida mostrou melhoras na saúde geral e mental.Podemos comprovar que existe relação entre as variáveis de condição física saudável e qualidade de vida, especialmente na agilidade e rol físico. Conclusão. Um programa de treinamento em circuito de duas sessões semanais melhora em certo grau a condição física saudável e a qualidade de vida. Existe relação clara entre a condição física saudável e a qualidade de vida em quase todas suas dimensões. O presente estudo foi aprovado pela Comissão de Bioética da Universidade de Estremadura e respeitou os princípios da Declaração de Helsinque.
Introdução
O envelhecimento é um processo complexo e inerente a todas as estruturas e funções do organismo e produz um declínio progressivo na capacidade funcional. Sendo assim, o passar do tempo afeta a todos os órgãos e tecidos que experimentam esta deterioração, ainda que o grau de comprometimento e sua importância variem em função dos indivíduos.
São vários os componentes da condição física implicados nos modelos explicativos do envelhecimento e a incapacidade associada à idade, sendo os mais comuns: a deterioração e a debilidade muscular; a deterioração da função neurológica e do equilíbrio; a perda da capacidade cardiorrespiratória; e a perda de flexibilidade e agilidade.
Todos esses componentes interferem diretamente na capacidade do indivíduo para realizar as atividades da vida cotidiana. Esta involução da capacidade funcional é inerente ao envelhecimento, ainda que o estilo de vida, o sedentarismo ou a doença possam acelerar o processo.
Do mesmo modo, na atualidade, se conhecem os efeitos positivos do exercício físico moderado sobre a manutenção da saúde geral. A prática de atividade física é um fator que prediz a morbidade e a mortalidade da população geral.
Deste modo, manter uma condição física saudável se relaciona com um menor risco de mortalidade prematura. De forma direta e específica, a prática de atividade física regular por pessoas idosas melhora a capacidade cardiorrespiratória a força especialmente no membro inferior e a flexibilidade além de melhorar a função neurológica. Todos estes aspectos, de forma conjunta, aumentam a capacidade funcional e a autonomia.
Por conseguinte, a importância da realização de atividade física por pessoas idosas está na capacidade para atenuar, em certa medida, o retrocesso das capacidades físicas e psíquicas. Não obstante, esta diminuição na velocidade do processo de envelhecimento influi na qualidade de vida relacionada
com a saúde, entendendo esta como bem estar subjetivo e a capacidade de se relacionar e adaptar-se ao ambiente de forma satisfatória.
Os objetivos do presente estudo foram (i) conhecer a influência de um programa de treinamento em circuito sobre a condição física saudável e a qualidade de vida e (ii) conhecer a relação existente entre a condição física saudável e a qualidade de vida.
São vários os componentes da condição física implicados nos modelos explicativos do envelhecimento e a incapacidade associada à idade, sendo os mais comuns: a deterioração e a debilidade muscular; a deterioração da função neurológica e do equilíbrio; a perda da capacidade cardiorrespiratória; e a perda de flexibilidade e agilidade.
Todos esses componentes interferem diretamente na capacidade do indivíduo para realizar as atividades da vida cotidiana. Esta involução da capacidade funcional é inerente ao envelhecimento, ainda que o estilo de vida, o sedentarismo ou a doença possam acelerar o processo.
Do mesmo modo, na atualidade, se conhecem os efeitos positivos do exercício físico moderado sobre a manutenção da saúde geral. A prática de atividade física é um fator que prediz a morbidade e a mortalidade da população geral.
Deste modo, manter uma condição física saudável se relaciona com um menor risco de mortalidade prematura. De forma direta e específica, a prática de atividade física regular por pessoas idosas melhora a capacidade cardiorrespiratória a força especialmente no membro inferior e a flexibilidade além de melhorar a função neurológica. Todos estes aspectos, de forma conjunta, aumentam a capacidade funcional e a autonomia.
Por conseguinte, a importância da realização de atividade física por pessoas idosas está na capacidade para atenuar, em certa medida, o retrocesso das capacidades físicas e psíquicas. Não obstante, esta diminuição na velocidade do processo de envelhecimento influi na qualidade de vida relacionada
com a saúde, entendendo esta como bem estar subjetivo e a capacidade de se relacionar e adaptar-se ao ambiente de forma satisfatória.
Os objetivos do presente estudo foram (i) conhecer a influência de um programa de treinamento em circuito sobre a condição física saudável e a qualidade de vida e (ii) conhecer a relação existente entre a condição física saudável e a qualidade de vida.
Material e Metódos
Participaram da pesquisa 23 mulheres sedentárias (72,6±5,4 anos), que nunca haviam participado de atividades de caráter esportivo ou programas de atividade física, residentes na localidade de Malpartida de Cáceres (Cáceres-Espanha). Todas elas cumpriram um acordo e completaram o programa com um mí- nimo de presença em 90% das sessões. O critério de inclusão foi não apresentar nenhuma patologia e completar o questionário de aptidão para atividade física (PAR-Q / C-AAF), que assegurava que as candidatas eram aptas para realizar o programa de atividade física e as avaliações.
Programa de treinamento em circuito O programa durou 16 semanas (Março a Junho de 2006) com uma freqüência semanal de 2 sessões em dias alternados (terça-feira e sexta-feira) e uma duração de 60 minutos (de 10h a 11h). Cada sessão teve a seguinte estrutura: a) Aquecimento (15 minutos): consistiu em caminhar a ritmo moderado em círculo enquanto se realizavam exercícios de mobilidade de todas as articulações. b) Parte principal (35 minutos): consistiu em um circuito de exercícios que alternava a marcha a ritmo elevado (2 minutos) com exercícios de força concêntrica (1 minuto) em que se empregavam exercícios de força sem resistência, resistências de 1 kg e borrachas elásticas.
Em todas as sessões se desenvolveram os principais grupos musculares do corpo: flexores e extensores do membro superior, inferior e tronco. c) Volta à calma (10 minutos): consistiu em caminhar a ritmo moderado em círculo (1 minuto), alternando com exercícios de estiramentos ativos dos principais grupos musculares (1 minuto). Um dia antes do começo e um dia depois da finalização do programa, todos os sujeitos foram avaliados (pretest e postest), nas variáveis de condição física saudável e qualidade de vida. Avaliação da condição física saudável Avaliaram-se os diferentes componentes da condição física saudável através de uma versão modificada da bateria AFISAL- INEFC3 com validade e reprodutibilidade demonstrada na população espanhola. As provas fornecidas foram as seguintes: altura e peso. A partir destas medidas foi calculado o índice de massa corporal.
Dinamometria manual, para avaliar a força de pressão de ambas as mãos. Levantar-se e sentar-se em uma cadeira durante 30 segundos, para estimar a força-resistência do membro inferior. Sit and reach modificado, para avaliar a flexibilidade da musculatura extensora do tronco e da musculatura isquiotibial.
A prova de flexão de cotovelos às costa avaliou a flexibilidade dos membros superiores, já que o sujeito passou uma mão por cima do mesmo ombro e a outra por trás das costas, tentando tocar o eixo médio do corpo. Ir e voltar, estima à agilidade, já que o sujeito, partindo da posição de sentado, deve levantar-se, caminhar até um cone situado a 2,44 m, girar e voltar a sentar-se. O teste de 2 km (UKK-teste) estima a resistência cardiorrespiratória.
Para a avaliação dos componentes da condição física saudável foram utilizados os seguintes instrumentos: antropômetro (Seca, Frankfurt, Alemanha), balança (Seca, Berlim, Alemanha), dinamômetro manual (Takei-5001, Tóquio, Japão), cinta métrica não extensível (Holtain, Crymych, Reino Unido), caixa de flexibilidade “sit and reach” (Psymtec-LA01285, Barcelona, Espanha) e cronômetro (Namaste 898, Barcelona, Espanha).
Em todas as sessões se desenvolveram os principais grupos musculares do corpo: flexores e extensores do membro superior, inferior e tronco. c) Volta à calma (10 minutos): consistiu em caminhar a ritmo moderado em círculo (1 minuto), alternando com exercícios de estiramentos ativos dos principais grupos musculares (1 minuto). Um dia antes do começo e um dia depois da finalização do programa, todos os sujeitos foram avaliados (pretest e postest), nas variáveis de condição física saudável e qualidade de vida. Avaliação da condição física saudável Avaliaram-se os diferentes componentes da condição física saudável através de uma versão modificada da bateria AFISAL- INEFC3 com validade e reprodutibilidade demonstrada na população espanhola. As provas fornecidas foram as seguintes: altura e peso. A partir destas medidas foi calculado o índice de massa corporal.
Dinamometria manual, para avaliar a força de pressão de ambas as mãos. Levantar-se e sentar-se em uma cadeira durante 30 segundos, para estimar a força-resistência do membro inferior. Sit and reach modificado, para avaliar a flexibilidade da musculatura extensora do tronco e da musculatura isquiotibial.
A prova de flexão de cotovelos às costa avaliou a flexibilidade dos membros superiores, já que o sujeito passou uma mão por cima do mesmo ombro e a outra por trás das costas, tentando tocar o eixo médio do corpo. Ir e voltar, estima à agilidade, já que o sujeito, partindo da posição de sentado, deve levantar-se, caminhar até um cone situado a 2,44 m, girar e voltar a sentar-se. O teste de 2 km (UKK-teste) estima a resistência cardiorrespiratória.
Para a avaliação dos componentes da condição física saudável foram utilizados os seguintes instrumentos: antropômetro (Seca, Frankfurt, Alemanha), balança (Seca, Berlim, Alemanha), dinamômetro manual (Takei-5001, Tóquio, Japão), cinta métrica não extensível (Holtain, Crymych, Reino Unido), caixa de flexibilidade “sit and reach” (Psymtec-LA01285, Barcelona, Espanha) e cronômetro (Namaste 898, Barcelona, Espanha).
Avaliação da qualidade de vida
A qualidade de vida foi avaliada através da auto-administração na presença de um pesquisador do questionário SF-36 Health Survey. A versão espanhola foi traduzida e mostrou valores elevados de legitimidade. O SF-36 avalia oito dimensões da qualidade de vida relacionada com a saúde: função física, rol físico, dor corporal, saúde geral, vitalidade, função social, rol emocional e saúde mental. A quantificação das dimensões mencionadas é representada em valores de 0 a 100, onde 0 corresponde a uma “pior saúde” e 100 a uma “melhor saúde”.
Análise dos dados
Foram calculados descritivos básicos (média e desvio típico). Realizou-se uma análise investigativa e, já que nem todas as variáveis cumpriram a normalidade, calculada através da prova de Kolmogorov-Smirnov, se utilizou uma análise de provas não paramétricas.
Foi utilizada a T de Wilcoxon para amostras relacionadas para conhecer as diferenças entre pretest e postest. Calculou-se o estatístico Rho de Spearman para conhecer a relação entre as variáveis de condição física saudável e qualidade de vida.
A qualidade de vida foi avaliada através da auto-administração na presença de um pesquisador do questionário SF-36 Health Survey. A versão espanhola foi traduzida e mostrou valores elevados de legitimidade. O SF-36 avalia oito dimensões da qualidade de vida relacionada com a saúde: função física, rol físico, dor corporal, saúde geral, vitalidade, função social, rol emocional e saúde mental. A quantificação das dimensões mencionadas é representada em valores de 0 a 100, onde 0 corresponde a uma “pior saúde” e 100 a uma “melhor saúde”.
Análise dos dados
Foram calculados descritivos básicos (média e desvio típico). Realizou-se uma análise investigativa e, já que nem todas as variáveis cumpriram a normalidade, calculada através da prova de Kolmogorov-Smirnov, se utilizou uma análise de provas não paramétricas.
Foi utilizada a T de Wilcoxon para amostras relacionadas para conhecer as diferenças entre pretest e postest. Calculou-se o estatístico Rho de Spearman para conhecer a relação entre as variáveis de condição física saudável e qualidade de vida.
Resultados
Na Tabela 1 aparecem os descritivos básicos (média e desvio típico), valores da T de Wilcoxon e o nível de significação (p) dos componentes da condição física saudável. Observarsem mudanças significativas na força-resistência do membro inferior e na flexibilidade do membro superior.
A Tabela 2 retira os descritivos básicos (média e desvio típico), valores da T de Wilcoxon e nível de significação (p) das dimensões da qualidade de vida. Obtiveram-se melhoras significativas na saúde geral e a saúde mental. A Tabela 3 mostra a relação entre as diferentes variáveis de condição física saudável e qualidade de vida (Rho de Spearman e nível de significação). A agilidade é o componente da condição física saudável mais relacionada com as variáveis da qualidade de vida, enquanto o rol físico é o componente da qualidade de vida mais relacionado com a condição física saudável.
Discussão
Entre os componentes estudados da condição física saudável, foi encontrado um aumento significativo nos níveis de força-resistência do membro inferior (17,6%; p=0,005) e na flexibilidade do membro superior (63,1%; p=0,013). Estes dados se opõem ao exposto pelo American College of Sports Medicine que mantém que programas de atividade física com uma freqüência semanal reduzida (duas sessões) são insuficientes para a melhora dos componentes da condição física saudável. No entanto, nossos dados concordam com estudos que mostraram melhoras da condição física com um número reduzido de sessões.
Diferentemente do presente estudo, no qual as melhoras na condição física se limitam à força do membro inferior e à flexibilidade do membro superior, um programa de atividade física de similares características ao utilizado no presente trabalho (duas sessões semanais durante 12 semanas) conseguiu diminuir o índice de massa corporal e melhorar a agilidade, os níveis de força e outras habilidades funcionais, como subir escadas.
Diferentemente do presente estudo, no qual as melhoras na condição física se limitam à força do membro inferior e à flexibilidade do membro superior, um programa de atividade física de similares características ao utilizado no presente trabalho (duas sessões semanais durante 12 semanas) conseguiu diminuir o índice de massa corporal e melhorar a agilidade, os níveis de força e outras habilidades funcionais, como subir escadas.
Outros programas de atividade física, como a ioga, conseguem grandes melhoras no equilíbrio (75,2%), na flexibilidade (46,6%) e na força do membro inferior (25,2%) mediante um programa de ioga de 12 semanas de duração e uma freqüência semanal de 3 sessões de 60 minutos.
Resultados semelhantes oferecem estudos realizados em pacientes com artrites que, após um programa de condicionamento físico no meio aquático com uma duração de oito semanas, mostraram melhoras signifi cativas na prática de todos os componentes da condição física avaliados, destacando a melhora na força do membro superior e na agilidade.
Não obstante, mesmo que estes trabalhos afirmem que se podem obter resultados satisfatórios realizando duas sessões semanais de atividade física, o certo é que com uma maior freqüência
se conseguem maiores benefícios.
No que diz respeito à qualidade de vida, se encontrou uma melhora não significativa em seis das oito dimensões e um aumento significativo nas outras duas: saúde geral (6,68%; p= 0,002) e saúde mental (6,69%, p=0,19), o que parece indicar que este tipo de programa produz uma melhora da qualidade de vida de seus participantes.
Outros programas de atividade física nos quais se utiliza o SF-36 para avaliar a qualidade de vida conseguem melhores resultados, aumentando significativamente quatro das oito dimensões: saúde mental, função física, vitalidade e função social.
Além disso, um programa de atividade física aquática de duas sessões semanais ou um programa de tai-chi de duas sessões semanais melhorou a vitalidade e a saúde mental de pessoas idosas. Deste modo, nossos dados coincidem com estudos prévios que evidenciam a importância do exercício físico sobre a saúde mental das pessoas idosas, podendo afirmar que a atividade física é determinante na qualidade de vida nas pessoas idosas. Quanto à relação entre as diferentes variáveis da condição física saudável e a qualidade de vida, destacamos a relação entre a agilidade e quase todas as dimensões da qualidade de vida.
Foi relatado que a melhora na força do membro inferior indica um fator muito importante na manutenção da capacidade funcional, já que permite a mobilidade geral das pessoas nossosxresultados parecem sugerir que não é a força, mas a agilidade, capacidade que tem uma maior infl uência na qualidade dexvida dessas pessoas. Talvez, devido ao fato de esta dimensão da qualidade de vida permitir, em maior medida, a realizaçãoxdas atividades da vida cotidiana, além de ser uma capacidadexcomplexa que engloba tanto a força do membro inferior, comoxo equilíbrio e a coordenação. Não obstante, é necessário ressaltar que a resistência é o componente da condição física saudável que maior relação tem com a função física, evidenciando a relevância desta capacidade, que supõe o sustento do resto de capacidades físicas. Do mesmo modo, é preciso ressaltar que o rol físico é a dimensão da qualidade de vida que mais se relaciona com as variáveis da condição física saudável, talvez porque é esta dimensão da qualidade de vida a que mais se relaciona com o trabalho.
Resultados semelhantes oferecem estudos realizados em pacientes com artrites que, após um programa de condicionamento físico no meio aquático com uma duração de oito semanas, mostraram melhoras signifi cativas na prática de todos os componentes da condição física avaliados, destacando a melhora na força do membro superior e na agilidade.
Não obstante, mesmo que estes trabalhos afirmem que se podem obter resultados satisfatórios realizando duas sessões semanais de atividade física, o certo é que com uma maior freqüência
se conseguem maiores benefícios.
No que diz respeito à qualidade de vida, se encontrou uma melhora não significativa em seis das oito dimensões e um aumento significativo nas outras duas: saúde geral (6,68%; p= 0,002) e saúde mental (6,69%, p=0,19), o que parece indicar que este tipo de programa produz uma melhora da qualidade de vida de seus participantes.
Outros programas de atividade física nos quais se utiliza o SF-36 para avaliar a qualidade de vida conseguem melhores resultados, aumentando significativamente quatro das oito dimensões: saúde mental, função física, vitalidade e função social.
Além disso, um programa de atividade física aquática de duas sessões semanais ou um programa de tai-chi de duas sessões semanais melhorou a vitalidade e a saúde mental de pessoas idosas. Deste modo, nossos dados coincidem com estudos prévios que evidenciam a importância do exercício físico sobre a saúde mental das pessoas idosas, podendo afirmar que a atividade física é determinante na qualidade de vida nas pessoas idosas. Quanto à relação entre as diferentes variáveis da condição física saudável e a qualidade de vida, destacamos a relação entre a agilidade e quase todas as dimensões da qualidade de vida.
Foi relatado que a melhora na força do membro inferior indica um fator muito importante na manutenção da capacidade funcional, já que permite a mobilidade geral das pessoas nossosxresultados parecem sugerir que não é a força, mas a agilidade, capacidade que tem uma maior infl uência na qualidade dexvida dessas pessoas. Talvez, devido ao fato de esta dimensão da qualidade de vida permitir, em maior medida, a realizaçãoxdas atividades da vida cotidiana, além de ser uma capacidadexcomplexa que engloba tanto a força do membro inferior, comoxo equilíbrio e a coordenação. Não obstante, é necessário ressaltar que a resistência é o componente da condição física saudável que maior relação tem com a função física, evidenciando a relevância desta capacidade, que supõe o sustento do resto de capacidades físicas. Do mesmo modo, é preciso ressaltar que o rol físico é a dimensão da qualidade de vida que mais se relaciona com as variáveis da condição física saudável, talvez porque é esta dimensão da qualidade de vida a que mais se relaciona com o trabalho.
No que se refere às limitações do presente estudo, devemos dizer que não existiu um grupo controle, fato que se pode minimizar, pois a amostra é constituída de sujeitos sedentários, servindo por si mesmos como grupo controle. Não obstante, se faz necessário seguir pesquisando nesta linha, utilizando grupo controle e diferentes programas de treinamento.
Como conclusões, podemos afi rmar que um programa de treinamento em circuito de duas sessões semanais melhora em certo grau a condição física saudável, indicando um aumento na força do membro inferior e a flexibilidade do membro superior. Do mesmo modo, existe uma melhora da qualidade de vida em
todas as suas dimensões, sendo apenas signifi cativa na saúde geral e mental. Por último, a relação entre as variáveis de condição física saudável e qualidade de vida é elevada, destacando-se a agilidade e o rol físico como principais variáveis relacionadas com o outro grupo de variáveis.
Como conclusões, podemos afi rmar que um programa de treinamento em circuito de duas sessões semanais melhora em certo grau a condição física saudável, indicando um aumento na força do membro inferior e a flexibilidade do membro superior. Do mesmo modo, existe uma melhora da qualidade de vida em
todas as suas dimensões, sendo apenas signifi cativa na saúde geral e mental. Por último, a relação entre as variáveis de condição física saudável e qualidade de vida é elevada, destacando-se a agilidade e o rol físico como principais variáveis relacionadas com o outro grupo de variáveis.
Bibliografia
1. Verbrugge LM, Ette AM. The disablement process. Soc Sci Med 1994;38:1–14.
2. Jette A, Jette DU. Functional and behavioral consequences of sarcopenia. Muscle Nerve 1997;5(suppl):S39–S41.
3. Marsh AP, Rejeski WJ, Lang W, Miller ME, Messier SP. Baseline balance and functional decline in older adults with knee pain: the observational arthritis study in seniors. J Am Geriatr Soc 2003;51:331–9.
4. Ades PA, Savage PS, Tischler MS, Poehlman ET, Dee J, Niggel J. Determinants of disability in older coronary patients. Am Heart J 2002;143:151–6.
5. Shephard RJ. Aging, physical activity and health. Champaing, Illinois: Human Kinetics, 1997.
6. Simonsick EM, Lafferty ME, Phillips Cl, Mendes De Leon CF, Kasl Sv, Seeman TE, Fillenbaum G, Hebert P, Lemke JH. Risk due to inactivity in physically capable older adults. Am J Public Health 1993;83:1443–50.
7. Fries JF. Physical activity, the compression of morbidity, and the health of the elderly. J R Soc Med 1996;89(2):64-8.
8. Erikssen G; Liestol K; Bjornholt J; Thaulow E; Sandvik L; Erikssen J. Changes in physical fi tness and changes in mortality. Lancet 1998;352:759– 62.
9. Erikssen G. Physical fitness and changes in mortality: the survival of the fittest. Sports Med 2001;31(8):571-6.
10. Metter EJ, Talbot LA, Schrager M, Conwit R. Skeletal muscle strength as a predictor of all-cause mortality in healthy men. J Gerontol A Biol Sci Med Sci 2002;57(10): B359-65.
11. Bravo G, Gauthier P, Roy P, Payette H, Gaulin P, Harvey M, Peloquin L, Dubois MF. Impact of a 12-month exercise program on the physical and psychological health of osteopenic women. J Am Geriatr Soc
1996;44(7):756-62.
12. Perini R, Fischer N, Veicsteinas A, Pendergast DR. Aerobic training and cardiovascular responses at rest and during exercise in older men and women. Med Sci Sports Exerc 2002;34(4):700-8.
13. Evans EM, Racette SB, Peterson LR, Villareal DT, Greiwe JS, Holloszy JO. Aerobic power and insulin action improve in response to endurance exercise training in healthy 77-87 yr olds. J Appl Physiol 2005;98(1):40-5.
14. Taaffe DR, Duret C, Wheeler S, Marcus R. Once-weekly resistance exercise improves muscle strength and neuromuscular performance in older adults. J Am Geriatr Soc 1999;47(10):1208-14.
15. Carter ND, Khan KM, Mckay HA, Petit MA, Waterman C, Heinonen A, Janssen Pa, Donaldson Mg, Mallinson A, Riddell L, Kruse K, Prior Jc, Flicker L. Community-based exercise program reduces risk factors for falls in 65- to 75-year-old women with osteoporosis: randomized controlled
trial. CMAJ 2002;67(9):997-1004.
16. Ramsbotton R, Ambler A, Potter J, Jordan B, Nevill A, Williams C. The effect of 6 months training on leg power, balance, and functional mobility of independently living adults over 70 years old. J Aging Phys Act
2004;12(4):497-510.
17. Islam MM, Nasu E, Rogers ME, Koizumi D, Rogers Nl, Takeshima N. Effects of combined sensory and muscular training on balance in Japanese older adults. Prev Med 2004;39(6):1148-55.
18. Toraman NF, Erman A, Agyar E. Effects of multicomponent training on functional fitness in older adults. J Aging Phys Act 2004;12(4):538-53.
19. Shin Y. The effects of a walking exercise program on physical function and emotional state of elderly Korean women. Public Health Nurs 1999;16(2):146-54.
20. Ourania M, Harahousou Y, Kabitsis C, Trigonis I. Effects of a physical activity program: the study of selected physical abilities among elderly women. Journal of Gerontological Nursing 2003;29(7):50-5.
21. Dustman RE, Ruhling RO, Russell EM, Shearer DE, Bonekat HW, Shigeoka JW, Wood JS, Bradford DC. Aerobic exercise training and improved neuropsycological fuction of older individuals. Neurobiol Aging
1984;5(1):35-42.
22. Kalapotharakos VI, Michalopoulos M, Strimpakos N, Diamantopoulos K, Tokmakidis SP. Functional and neuromotor performance in older adults. Effect of 12 weeks of aerobic exercise. Am J Phys Med Rehabil
2006;85:61-7.
23. Di Pietro L. Physical activity in aging: changes in patterns and their relationship to health and function. J Gerontol A Biol Sci Med Sci 2001;56 Spec(2):13-22.
24. Spirduso WW, Francis Kl, Macrae PG. Physical dimensions of aging. Human kinetics, Champaing, Illinois 2005.
25. Castellón A, Del Pino S, Aleixandre M. Calidad de vida y salud. Rev Mult Gerontol 2001;11(1):12-9.
26. Berjano E. Dependencia y calidad de vida en las personas mayores. Rev Mult Gerontol 2005;15(3):144-54
27. Thomas S, Reading J, Shephard RJ. Revision of the Physical Activity Readiness Questionnaire (PAR-Q). Can J Sports Sci 1992;17:338-45.
28. Rodríguez FA. Versión española del Cuestionario de Aptitud para la Actividad Física (C-AAF/rPAR-Q). Archivos de Medicina del Deporte 1996;51:63-8.
29. Bouchard C, Shephard RJ. Physical activity, fitness and health: the model and key concepts. In: Bouchard C, Shephard RJ, Stephens T, editors. Physical Activity, fitness, and health. Champaign, Illinois: Human Kinetics; 1993.p. 11-24.
30. Rodríguez FA, Gusi N, Valenzuela A, Nàcher S, Nogués J, Marina M. Valoración de la condición física saludable en adultos (I): antecedentes y protocolos de la batería AFISAL-INEFC. Apunts 1998;52:54-75.
31. Rodríguez F, Valenzuela A, Gusi N, Nàcher S, Gallardo I. Valoración de la condición física saludable en adultos (y II): fiabilidad, aplicabilidad y valores normativos de la batería AFISAL-INEFC. Apunts 1999;54:54-65.
2. Jette A, Jette DU. Functional and behavioral consequences of sarcopenia. Muscle Nerve 1997;5(suppl):S39–S41.
3. Marsh AP, Rejeski WJ, Lang W, Miller ME, Messier SP. Baseline balance and functional decline in older adults with knee pain: the observational arthritis study in seniors. J Am Geriatr Soc 2003;51:331–9.
4. Ades PA, Savage PS, Tischler MS, Poehlman ET, Dee J, Niggel J. Determinants of disability in older coronary patients. Am Heart J 2002;143:151–6.
5. Shephard RJ. Aging, physical activity and health. Champaing, Illinois: Human Kinetics, 1997.
6. Simonsick EM, Lafferty ME, Phillips Cl, Mendes De Leon CF, Kasl Sv, Seeman TE, Fillenbaum G, Hebert P, Lemke JH. Risk due to inactivity in physically capable older adults. Am J Public Health 1993;83:1443–50.
7. Fries JF. Physical activity, the compression of morbidity, and the health of the elderly. J R Soc Med 1996;89(2):64-8.
8. Erikssen G; Liestol K; Bjornholt J; Thaulow E; Sandvik L; Erikssen J. Changes in physical fi tness and changes in mortality. Lancet 1998;352:759– 62.
9. Erikssen G. Physical fitness and changes in mortality: the survival of the fittest. Sports Med 2001;31(8):571-6.
10. Metter EJ, Talbot LA, Schrager M, Conwit R. Skeletal muscle strength as a predictor of all-cause mortality in healthy men. J Gerontol A Biol Sci Med Sci 2002;57(10): B359-65.
11. Bravo G, Gauthier P, Roy P, Payette H, Gaulin P, Harvey M, Peloquin L, Dubois MF. Impact of a 12-month exercise program on the physical and psychological health of osteopenic women. J Am Geriatr Soc
1996;44(7):756-62.
12. Perini R, Fischer N, Veicsteinas A, Pendergast DR. Aerobic training and cardiovascular responses at rest and during exercise in older men and women. Med Sci Sports Exerc 2002;34(4):700-8.
13. Evans EM, Racette SB, Peterson LR, Villareal DT, Greiwe JS, Holloszy JO. Aerobic power and insulin action improve in response to endurance exercise training in healthy 77-87 yr olds. J Appl Physiol 2005;98(1):40-5.
14. Taaffe DR, Duret C, Wheeler S, Marcus R. Once-weekly resistance exercise improves muscle strength and neuromuscular performance in older adults. J Am Geriatr Soc 1999;47(10):1208-14.
15. Carter ND, Khan KM, Mckay HA, Petit MA, Waterman C, Heinonen A, Janssen Pa, Donaldson Mg, Mallinson A, Riddell L, Kruse K, Prior Jc, Flicker L. Community-based exercise program reduces risk factors for falls in 65- to 75-year-old women with osteoporosis: randomized controlled
trial. CMAJ 2002;67(9):997-1004.
16. Ramsbotton R, Ambler A, Potter J, Jordan B, Nevill A, Williams C. The effect of 6 months training on leg power, balance, and functional mobility of independently living adults over 70 years old. J Aging Phys Act
2004;12(4):497-510.
17. Islam MM, Nasu E, Rogers ME, Koizumi D, Rogers Nl, Takeshima N. Effects of combined sensory and muscular training on balance in Japanese older adults. Prev Med 2004;39(6):1148-55.
18. Toraman NF, Erman A, Agyar E. Effects of multicomponent training on functional fitness in older adults. J Aging Phys Act 2004;12(4):538-53.
19. Shin Y. The effects of a walking exercise program on physical function and emotional state of elderly Korean women. Public Health Nurs 1999;16(2):146-54.
20. Ourania M, Harahousou Y, Kabitsis C, Trigonis I. Effects of a physical activity program: the study of selected physical abilities among elderly women. Journal of Gerontological Nursing 2003;29(7):50-5.
21. Dustman RE, Ruhling RO, Russell EM, Shearer DE, Bonekat HW, Shigeoka JW, Wood JS, Bradford DC. Aerobic exercise training and improved neuropsycological fuction of older individuals. Neurobiol Aging
1984;5(1):35-42.
22. Kalapotharakos VI, Michalopoulos M, Strimpakos N, Diamantopoulos K, Tokmakidis SP. Functional and neuromotor performance in older adults. Effect of 12 weeks of aerobic exercise. Am J Phys Med Rehabil
2006;85:61-7.
23. Di Pietro L. Physical activity in aging: changes in patterns and their relationship to health and function. J Gerontol A Biol Sci Med Sci 2001;56 Spec(2):13-22.
24. Spirduso WW, Francis Kl, Macrae PG. Physical dimensions of aging. Human kinetics, Champaing, Illinois 2005.
25. Castellón A, Del Pino S, Aleixandre M. Calidad de vida y salud. Rev Mult Gerontol 2001;11(1):12-9.
26. Berjano E. Dependencia y calidad de vida en las personas mayores. Rev Mult Gerontol 2005;15(3):144-54
27. Thomas S, Reading J, Shephard RJ. Revision of the Physical Activity Readiness Questionnaire (PAR-Q). Can J Sports Sci 1992;17:338-45.
28. Rodríguez FA. Versión española del Cuestionario de Aptitud para la Actividad Física (C-AAF/rPAR-Q). Archivos de Medicina del Deporte 1996;51:63-8.
29. Bouchard C, Shephard RJ. Physical activity, fitness and health: the model and key concepts. In: Bouchard C, Shephard RJ, Stephens T, editors. Physical Activity, fitness, and health. Champaign, Illinois: Human Kinetics; 1993.p. 11-24.
30. Rodríguez FA, Gusi N, Valenzuela A, Nàcher S, Nogués J, Marina M. Valoración de la condición física saludable en adultos (I): antecedentes y protocolos de la batería AFISAL-INEFC. Apunts 1998;52:54-75.
31. Rodríguez F, Valenzuela A, Gusi N, Nàcher S, Gallardo I. Valoración de la condición física saludable en adultos (y II): fiabilidad, aplicabilidad y valores normativos de la batería AFISAL-INEFC. Apunts 1999;54:54-65.
32. Rodríguez FA, Gusi N, Nàcher S et al. Reliability and feasibility of a health-related fitness test battery for adults: the AFISAL-INEFC test battery. Book of Abstracts, 1st Annual Congress of the European College of Sport Science 1996. Nice, France:772-773.
33. Valenzuela A, Nàcher S, Rodríguez FA. Relationship between health-related physical fi tness and physical activity patterns in an adult Mediterranean population. J Sports Sci 1998;5:512-3.
34. Valenzuela A, Rodríguez FA. Physical activity and health-related physical fitness: activity-related validity of the AFISAL-INEFC test battery. In: Mester J, King G, Strüder H et al, editors. Book of Abstracts, 6th Annual Congress of the European College of Sport Science. Cologne: ECSS, Sport und Buch Strauss, 2001. p. 1046.
35. Keys A, Brozek J. Body fat in adult man. Physiological Reviews 1953;33:245-325.
36. Oja P, Tuxworth B. Test. In: Oja P; Tuxworth B, editors. EUROFIT pour adultes. Evaluation de l´aptitude physique en relation avec la santé. Tampere: Institute for Health Promotion Research, French, 1995. p. 32-3.
37. Rikli RE, Jones CJ Senior fitness test manual. Champaing, Illinois: Human Kinetics, 2001.
38. Hoeger W, Hopkins D. A comparison of sit and reach and the modified sit and reach in the measurement of flexibility in women. R Q Exerc Sport 1992;63:191-5.
39. Oja P, Laukkanen R, Pasanen M, Tyry T, Vuori I. A 2-km walking test for assessing the cardiorrespiratory fitness of healthy adults. Int J Sports Med 1991;12:356-62.
40. Laukkanen R, Oja P, Ojala K, Pasanen M, Vuori I. Feasibility of a 2-km walking test for fitness assessment in a population study. Scand J Med 1992;20:119-25.
41. Ware JE, Sherbourne CD. The MOS 36-item short form health survey (SF-36) I. Medicine Care 1992;30:473-83.
42. Alonso J, Prieto L, Antó JM. La versión española del SF-36 Health Survey (cuestionario de salud SF-36): un instrumento para la medida de los resultados clínicos. Medicina Clínica 1995;104:771-7.
43. Ayuso-Mateos Jl, Lasa L, Vázquez-Barquero Jl, Oviedo A, Díaz-Manrique JF. Measuring health status in psychiatric community surveys: internal and external validity of the Spanish version of the SF-36. Acta Psychiatrica Scandinavica 1999;99:26-32.
44. American College Of Sports Medicine. Position stand: the recommended quantity and quality of exercise for developing and maintaining cardiorespiratory and muscular fitness, and flexibility in healthy adults. Med Sci Sport Exerc 1998;30:975–91.
45. Grant S, Todd K, Aitchinson TC, Kelly P, Stoddart D. The effects of a 12- week group exercise programme on physiological and psychological variables and function in overweight women. Public Health 2004;118:31-42.
46. Alves ADS, Baptista MR, Dantas EHM. Os efeitos da prática do yoga sobre a capacidade física e autonomia funcional em idosos. Fit Performance J 2006;5(4):243-9.
47. Suomi R, Collier D. Effects of arthritis exercise programs on functional fitness and perceived activities of daily living measures in older adults with arthritis. Arch Phys Med Rehabil 2003;84:1589-94.
48. Nakamura Y, Tanaka K, Yabushita N, Sakai T, Shigematsu R. Effects of exercise frequency on functional fitness in older adult women. Archives of Gerontology and Geriatrics 2006 (in press).
49. Deveraux K, Robertson D, Briffa NK. Effects of a water-based program on women 65 years and over: A randomised controlled trial. Australian Journal of Physiotherapy 2005;51:102-8.
50. Ko Gtc, Tsang Pcc, Chan Hck. A 10 week Tai-Chi program improved the blood pressure, lipid profile and SF-36 scores in Hong Kong Chinese women. Med Sci Monit 2006;12(5):CR196-9.
51. Martín ML, Moreiras O, Carbajal A. La actividad física como indicador de la calidad de vida en ancianos. Rev Mult Gerontol 2000;10(1):9-14.
52. Guralnik JM, Ferrucci L, Simonsick EM, Salive ME, Wallace RB. Lowerextremity function in persons over the age of 70 years as a predictor of subsequent disability. N Engl J Med 1995;332:556–61.
33. Valenzuela A, Nàcher S, Rodríguez FA. Relationship between health-related physical fi tness and physical activity patterns in an adult Mediterranean population. J Sports Sci 1998;5:512-3.
34. Valenzuela A, Rodríguez FA. Physical activity and health-related physical fitness: activity-related validity of the AFISAL-INEFC test battery. In: Mester J, King G, Strüder H et al, editors. Book of Abstracts, 6th Annual Congress of the European College of Sport Science. Cologne: ECSS, Sport und Buch Strauss, 2001. p. 1046.
35. Keys A, Brozek J. Body fat in adult man. Physiological Reviews 1953;33:245-325.
36. Oja P, Tuxworth B. Test. In: Oja P; Tuxworth B, editors. EUROFIT pour adultes. Evaluation de l´aptitude physique en relation avec la santé. Tampere: Institute for Health Promotion Research, French, 1995. p. 32-3.
37. Rikli RE, Jones CJ Senior fitness test manual. Champaing, Illinois: Human Kinetics, 2001.
38. Hoeger W, Hopkins D. A comparison of sit and reach and the modified sit and reach in the measurement of flexibility in women. R Q Exerc Sport 1992;63:191-5.
39. Oja P, Laukkanen R, Pasanen M, Tyry T, Vuori I. A 2-km walking test for assessing the cardiorrespiratory fitness of healthy adults. Int J Sports Med 1991;12:356-62.
40. Laukkanen R, Oja P, Ojala K, Pasanen M, Vuori I. Feasibility of a 2-km walking test for fitness assessment in a population study. Scand J Med 1992;20:119-25.
41. Ware JE, Sherbourne CD. The MOS 36-item short form health survey (SF-36) I. Medicine Care 1992;30:473-83.
42. Alonso J, Prieto L, Antó JM. La versión española del SF-36 Health Survey (cuestionario de salud SF-36): un instrumento para la medida de los resultados clínicos. Medicina Clínica 1995;104:771-7.
43. Ayuso-Mateos Jl, Lasa L, Vázquez-Barquero Jl, Oviedo A, Díaz-Manrique JF. Measuring health status in psychiatric community surveys: internal and external validity of the Spanish version of the SF-36. Acta Psychiatrica Scandinavica 1999;99:26-32.
44. American College Of Sports Medicine. Position stand: the recommended quantity and quality of exercise for developing and maintaining cardiorespiratory and muscular fitness, and flexibility in healthy adults. Med Sci Sport Exerc 1998;30:975–91.
45. Grant S, Todd K, Aitchinson TC, Kelly P, Stoddart D. The effects of a 12- week group exercise programme on physiological and psychological variables and function in overweight women. Public Health 2004;118:31-42.
46. Alves ADS, Baptista MR, Dantas EHM. Os efeitos da prática do yoga sobre a capacidade física e autonomia funcional em idosos. Fit Performance J 2006;5(4):243-9.
47. Suomi R, Collier D. Effects of arthritis exercise programs on functional fitness and perceived activities of daily living measures in older adults with arthritis. Arch Phys Med Rehabil 2003;84:1589-94.
48. Nakamura Y, Tanaka K, Yabushita N, Sakai T, Shigematsu R. Effects of exercise frequency on functional fitness in older adult women. Archives of Gerontology and Geriatrics 2006 (in press).
49. Deveraux K, Robertson D, Briffa NK. Effects of a water-based program on women 65 years and over: A randomised controlled trial. Australian Journal of Physiotherapy 2005;51:102-8.
50. Ko Gtc, Tsang Pcc, Chan Hck. A 10 week Tai-Chi program improved the blood pressure, lipid profile and SF-36 scores in Hong Kong Chinese women. Med Sci Monit 2006;12(5):CR196-9.
51. Martín ML, Moreiras O, Carbajal A. La actividad física como indicador de la calidad de vida en ancianos. Rev Mult Gerontol 2000;10(1):9-14.
52. Guralnik JM, Ferrucci L, Simonsick EM, Salive ME, Wallace RB. Lowerextremity function in persons over the age of 70 years as a predictor of subsequent disability. N Engl J Med 1995;332:556–61.
Nenhum comentário:
Postar um comentário